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Você conhece os diferentes tipos de energia elétrica? A energia pode ser gerada pela força da água ou dos ventos, pelo sol, pelos combustíveis, como petróleo e gás natural, e por outras fontes, renováveis ou não renováveis. É a energia que faz a sua TV ligar, a lâmpada acender e o celular carregar.
No Brasil, as principais geradoras de energia são as hidrelétricas, já que o país possui muitos rios. Em seguida, segundo o Operador Nacional de Sistema Elétrico (ONS), vêm as usinas termelétricas e as fontes de energia eólica, que vêm crescendo de forma significativa.
Para uma empresa passar a operar uma usina, ela precisa conseguir concessões ou autorizações e obedecer a regulamentos da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que é a autarquia responsável pelo setor, vinculada ao Ministério de Minas e Energia.
Depois de gerada, a energia passa pelas linhas de transmissão até as distribuidoras que levam a energia até às casas.
Um sistema de linhas de transmissão conduz toda a energia das usinas de geração – hidrelétricas, termelétricas, entre outras – em alta tensão (acima de 230 mil Volts) até grandes consumidores, como indústrias, e redes de distribuição responsáveis em levar energia aos cidadãos.
Esse transporte de energia eletromagnética é feito através de uma rede de cabos elétricos, torres, isoladores e subestações, distribuídos tecnicamente pelo caminho a ser seguido pela energia. Durante esse percurso, sob os cabos, é instituída uma “faixa de servidão”, um trecho na terra que forma um extenso corredor reservado para manutenção das operações e segurança, e que possui restrições de uso que precisam ser respeitadas por todos.
Todas essas instalações compõem o Sistema Interligado Nacional (SIN), que conecta as cinco regiões brasileiras (Sudeste, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Norte), coordenado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que faz a administração das operações e a análise da energia gerada e consumida e direciona de acordo com a demanda.
Dessa forma, uma energia elétrica gerada por uma usina no Sudeste pode, por exemplo, passar por uma linha de transmissão, ser entregue para uma distribuidora no Nordeste e chegar a casas, escolas e hospitais de milhares de nordestinos, e vice e versa, aumentando a segurança de suprimento energético em todo o país.
Nas usinas termelétricas, a energia é gerada por fontes como: petróleo, gás natural, biomassa, combustíveis nucleares e carvão mineral. O gás natural é a fonte mais limpa do que os outros combustíveis fósseis e é mais fácil para transportar e manusear. No mundo, 70% da produção de energia elétrica vêm das térmicas. Mas porque no Brasil é diferente? Aqui, essas usinas atuam como geradoras complementares às hidrelétricas, já que a água é abundante no país.
Vale lembrar que a produção deste tipo de energia também tem valor mais elevado se comparado às hidrelétricas. Por isso, muitas usinas térmicas só são acionadas em épocas de crise hídrica, quando há escassez de energia, ou em períodos de elevada demanda, para suprir o consumo em horários de pico.
Nesses casos, quem decide se uma termelétrica vai ou não ser ligada é o Operador Nacional do Sistema Elétrico, órgão do Governo Federal.
É importante que este tipo de usina exista, pois diversifica as fontes geradoras e minimiza riscos de falta de energia.
Além disso, as térmicas ocupam áreas muito menores do que outras geradoras e não estão sujeitas a alterações de condições climáticas, como chuva, no caso de uma hidrelétrica.
Neste caso, a energia elétrica é produzida pela força dos rios e é uma das fontes mais limpas que existem. É o movimento da água que faz as turbinas da usina girarem produzindo eletricidade.
O Brasil está entre os países com melhores condições para a instalação de hidrelétricas, assim como China, Canadá e Estados Unidos. É aqui que fica a maior usina do mundo: a de Itaipu, localizada no rio Paraná, na divisa com o Paraguai.
De acordo com a resolução Nº 394/98 da ANEEL, as hidrelétricas podem ser classificadas em duas categorias: Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH’s); com potência entre 1MW e 30MV; e as Grandes Centrais Hidrelétricas (GCH’s), com potência acima de 30MW.
A energia eólica é gerada a partir da força dos ventos. Ela utiliza os aerogeradores, equipamentos que, em contato com o vento, rotacionam e geram outras formas de energia, como a elétrica por exemplo. É uma energia renovável, ou seja, está permanentemente disponível, e limpa. A região do Brasil com o maior potencial de produção de energia elétrica a partir dos ventos é o Nordeste, onde encontra-se a maioria das usinas eólicas existentes.
A energia solar é uma fonte limpa, sustentável e inesgotável, que pode ser aproveitada de duas formas principais: como calor ou como luz. A radiação solar captada por painéis coletores térmicos é utilizada para aquecer a água em seu interior. Essa água aquecida pode ser empregada em residências, como em chuveiros, piscinas, torneiras e máquinas de lavar, além de processos ou até mesmo na geração de eletricidade.
A eletricidade gerada a partir da energia solar pode ocorrer de duas formas: por meio de painéis fotovoltaicos ou em usinas heliotérmicas que utilizam o calor solar consumido. Os painéis fotovoltaicos convertem diretamente a luz solar em eletricidade utilizando materiais semicondutores, como o silício. Embora esses sistemas não produzam energia durante a noite, eles apresentam alta eficiência em regiões com grande incidência solar, como o Nordeste do Brasil. As usinas solares fotovoltaicas são formadas por conjuntos de painéis instalados em áreas abertas e sem sombreamento. Além disso, esses painéis podem ser instalados em telhados de residências, shoppings e estacionamentos, caracterizando-se a chamada Geração Distribuída ou microgeração. Apesar do custo inicial das placas solares ainda ser elevado, os preços são mais acessíveis, promovendo sua adoção no Brasil.
Já nas usinas heliotérmicas, a energia solar é equipamentos por espelhos que refletem a radiação em um único ponto, aquecendo a água para gerar vapor. Esse vapor turbina movimenta-se, produzindo eletricidade de maneira semelhante às usinas termelétricas convencionais, porém com menor impacto ambiental.
A energia solar representa uma solução estratégica para reduzir a dependência de fontes fósseis e diversificar a matriz energética brasileira, trazendo benefícios econômicos e ambientais.
A energia nuclear é gerada por reações que ocorrem no núcleo de determinados átomos radioativos. Essas soluções, geralmente, envolvem a divisão de um átomo de um elemento químico em dois átomos diferentes, liberando uma enorme quantidade de energia. Esse processo é conhecido como “fissão nuclear”. Na natureza, o único elemento disponível para realizar a fissão nuclear é o urânio. Esse mineral, encontrado em abundância relativa, passa por processos de purificação e concentração, conhecido como enriquecimento, antes de ser utilizado.
Durante a fissão, a energia liberada aquece um líquido, geralmente água, que é transformada em vapor. O vapor em alta pressão movimenta turbinas, acionando geradores que produzem eletricidade. As usinas nucleares são projetadas especificamente para aproveitar a forma eficiente da calor gerada nesse processo.
Embora o urânio seja uma fonte de energia não renovável e esgotável, a energia nuclear é considerada uma fonte limpa, pois não emite gases de efeito estufa (GEE) durante a geração de eletricidade. Contudo, há desafios relacionados ao armazenamento dos rejeitos radioativos, que permanecem perigosos por longos períodos e precisam ser condicionados de forma segura para evitar riscos à saúde e ao meio ambiente.
Além disso, outra preocupação é o risco de vazamentos de radiação nas usinas. Apesar de a possibilidade de acidentes ser muito reduzida devido aos avançados mecanismos de segurança disponíveis atualmente, o tema segue sendo monitorado com rigor.
No Brasil, há duas usinas nucleares em operação — Angra I e Angra II — e uma terceira em construção, Angra III. Todas localizadas em Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro.
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