Encontro de inovação aponta mudanças no setor energético; colaboradores participam.

A inovação é tão importante na área de pesquisa e desenvolvimento (P&D) que até ganhou sua inicial na sigla após as mais recentes mudanças impulsionadas pelos segmentos produtivos.  No campo de PD&I para o setor de energia, é preciso estar atento às novas regras dispostas pelo poder público para avançar.

Essa é uma das mensagens destacadas por especialistas durante o Congresso de Inovação Tecnológica e Eficiência Energética do Setor Elétrico (Citeenel) 2023, que aconteceu dos dias 25 a 27 de outubro, em São Luís, no Maranhão.  O Engenheiro Processos, Roberto Salvador, e o Engenheiro de PDI, Rogério Almeida, colaboradores das empresas do Grupo (Tevisa, Linhares Geração, PCH Braço, Tropicália Transmissora e Povoação Energia) marcaram presença no encontro.

Nesta 11ª edição, o tema “Inovação sob a perspectiva ESG: ambiental, social e governança” foi o foco central. Palestras e painéis reuniram nomes nacionais e internacionais para debater resultados, desafios e oportunidades em pautas como transição energética, digitalização e sustentabilidade.

“É o encontro de toda a cadeia energética, com representantes dos principais agentes das atividades de transmissão, geração e distribuição de energia na área de PD&I, a espinha dorsal deste congresso. Encontramos contratantes e empresas, os principais agentes de instituições de pesquisa estavam presentes. Em termos de relacionamento, de conhecimento e atualização sobre os temas, é uma ótima oportunidade”, pontua Rogério Almeida. 

Na programação, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) – realizadora do congresso, em parceria com o Grupo Equatorial Energia – trouxe mais detalhamentos sobre o novo regramento para as organizações, algo que Almeida vem acompanhando com atenção.

“Estamos vivenciando um momento de transição com essas mudanças. O principal ponto das modificações com a nova Regulamentação, é que agora a Aneel passa a fazer a análise sobre o portfólio da empresa, e não mais sobre um projeto em específico. A Agência reguladora avalia em um horizonte de cinco anos como as empresas estão performando. Isso lhes exige uma reorganização interna das gestões, e na forma de conduzir os projetos. Há uma série de tópicos que serão acompanhados, e novas métricas que acompanham os projetos”, explica o engenheiro.

Roberto Salvador compartilha da mesma visão, enfatizando também que andar sobre a trilha da inovação é um caminho que não pode ter volta. O engenheiro de processos falou sobre a relevância do desenvolvimento de projetos para que se tornem produtos. “O viés agora não é somente de pesquisa, mas também na aplicabilidade e escalabilidade de um produto no setor.  Da primeira vez que participei do Citeenel, em 2017, já havia essa diretriz, que atualmente ganhou ainda mais força”, observa.

Publicado por KICK

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